INGLÊS
AMERICANO X INGLÊS BRITÂNICO
Olá leitores, hoje abordaremos um tema referente ao idioma
inglês, ou seja, iremos variar um pouco e fugir do idioma alemão, mas é só por
enquanto, já estou com outro texto sobre o idioma alemão no forno.
Antes de começarmos gostaria de já esclarecer que esse é um
tema que tem muito conteúdo, então faremos um texto breve aqui agora, e iremos
ramificá-lo em mais dois. Então o que segue é uma explicação rápida que aborda
poucos pontos, ou seja, é apenas um “tira gosto” para os amantes da língua
inglesa.
Teremos após este texto um abordando diretamente apenas o
inglês americano e outro abordando apenas o inglês britânico.
Bom, existem muitos debates que abordam o tema de qual
inglês aprender e qual escola ou professor é melhor ou possui preferência no
ensino por conta do inglês que utiliza. Bom alguns podem descordar de mim com
todas as forças mas prestem atenção, INGLÊS É INGLÊS e ponto final.
Existem sim pelo mundo muitos sotaques e pronúncias
diferentes, mas todos se entendem, e isso é o importante. Um empresário
sul-africano quando está em reunião com empresários americanos, sejam eles do
Texas ou Nova York, empresários australianos ou britânicos, conseguem todos se
entender perfeitamente.
Falar que uma pronúncia é certa e outra errada entre nós
brasileiros, é como dizer que quem nasce em Recife possui um português melhor
ou pior do que um gaúcho. Todos nós brasileiros nos compreendemos, portanto que
sigamos as regras gramaticais e siga o nosso dicionário da língua portuguesa e
esqueça as gírias regionais.
O VOCABULÁRIO
Muito bem, seguem algumas palavras que são diferentes para
as traduções do inglês americano e britânico.
Americano Britânico
elevator
|
lift
|
elevador
|
french fries
|
chips
|
batatas fritas
|
sidewalk
|
pavement
|
calçada
|
cookie/cracker
|
biscuit
|
biscoito
|
E as traduções, o que fazer? É uma grande pedra no sapato de
quem aprende o inglês americano e vai à Londres?
Não. São particularidades, onde alguns objetos são
designados com nomes diferentes. Mas não chega nem perto de ser incompreensível.
Por exemplo; Cookie nos USA/EUA e Biscuit na Grã Bretanha,
ou French Fries nos USA/EUA e Chips Grã Bretanha. Não possui tamanha diferença
que uma pessoa chegue a raciocinar que são palavras distintas de idiomas
diferentes.
Essas particularidades no vocabulário, deve-se a atuação do
regionalismo cultural, ou seja, a cultura da região se sobrepõem em algumas
palavras e as modifica para descrevê-las de maneira que para aquele determinado
grupo de pessoas em uma determinada região seja mais agradável e próxima da
realidade delas.
A PRONÚNCIA
Os sons de determinadas letras e sílabas:
De maneira rápida de você leitor ou leitora “sacar” de imediato
se quem fala é britânico ou americano, bastará prestar a atenção em palavras
terminadas em ER ou apenas R e palavras que possuam T.
No inglês britânico, palavras terminadas em ER e muitas
terminas em apenas R possuem uma pronúncia voltada para a vogal A. Isso muitas
vezes é associado a historiografia do idioma, onde se buscarmos seus registros
iniciais veremos que possui parentesco direto com as línguas
germânicas/nórdicas. E o que isso tem haver? Existem em muitas línguas de
origem germânica/nórdica o costume de deixar a pronúncia se voltar para o tom
da vogal A quando a palavra possui terminação R ou ER para ser mais exato em
alguns casos.
Já o inglês americano não possui esse vício histórico. O R é
sempre um R, e acreditem, os americanos amam o R, e eles pronunciam de maneira
única, que caracteriza muito o povo e o idioma. Tanto que quando um americano
acaba de aprende português e pedimos
para o mesmo pronunciar PORTA, notamos que é um americano pela maneira que na
leitura é viciada sua pronúncia com o R.
Agora falaremos da letra T, ela é o grande prêmio quando se
procura uma particularidade na pronuncia entre dois indivíduos, sendo um
americano e outro britânico.
Em algumas palavras com a letra T pronunciada pelo falante
do inglês americano, assemelhamos a pronúncia ao R, já o britânico sempre a
letra T será T, ou seja, o som não se altera de maneira tão radical.
E para finalizar este texto não podemos deixar de citar a
situação de uma pronúncia mas fechada e contraída do inglês britânico em
relação ao americano. Tudo isso fica muito claro e evidente até em séries e
filmes com atores e atrizes de origens destes dois países.
Este texto receberá duas continuações, ou seja, dois outros
subtextos para exemplificar apenas o inglês britânico e outro apenas para o
americano. Isso ainda deverá ocorrer nesta semana. Então leitores, aguardem que
o complemento está a caminho.
Agradeço desde já a atenção de todos que vem ao blog para
acompanhar os textos. Deixe o seu comentário e sugestão. Se desejar ver algum assunto em específico, deixe no comentário que assim que possível tentaremos postar sobre.
“Conhecimento nunca é demais.”
Um grande abraço de toda a equipe do Instituto Núcleo e até a próxima!
Instituto Núcleo
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